Em caso113 sul juiz decide que acusados devem ser levados a júri popular

 Os quatro acusados repondem pelo homicídio do ex-ministro do TSE, sua esposa, e a empregada do casal


A arquiteta Adriana Villela, acusada de matar os pais, o ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Guilherme Villela, 73 anos, e a advogada Maria Carvalho Villela, 69 anos, além da empregada da casa Francisca Nascimento da Silva, 58 anos, irá a juri popular ao lado dos outros três suspeitos do crime: Leonardo Alves, ex-porteiro do bloco onde ocorreu o triplo assassinato; Paulo Cardoso Santana, sobrinho de Leonardo; e Francisco Mairlon Barros Aguiar, suposto comparsa de Leonardo e Paulo.

A decisão do juiz do Tribunal do Júri de Brasília é do último sábado e foi divulgada nesta segunda-feira (27/5) pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT).

Os quatro réus devem responder por dois homicídios qualificados por motivo torpe, utilizando meio cruel e praticado mediante recurso que dificultou a defesa das vítimas, por homicídio qualificado por meio cruel, praticado mediante recurso que dificultou a defesa da vítima e para ocultar outro crime e também por furto qualificado praticado em concurso de pessoas. A decisão cabe recurso.

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